domingo, 29 de janeiro de 2012

Írís - Branca

(Iris germanica var. Florentina)

Essa variedade de íris apresenya flores grandes, brancas e com formato que lembra o de algumas orquídeas. Elas surgem durante a primavera no alto de hastes de 60 cm de altura, entre folhas longas, líneares e pouco mais claras e acinzentadas do que as íris tradicionais.




Conhecida como íris branca (Iris germanica var. Florentina) a planta se espalha por meio de rizomas - espécie de caule subterrâneo , e forma touceiras densas.Perfumados , os rizomas são usados pela undústria de cosméticos.
No jardim , a íris - branca pode compor canteiros sob sol pleno ou cultivada em vasos. O substrato precisa ser bem drenado e fértil e só deve ser irrigado quando estiver seco, em geral uma vez por semana, esse cuidado evita o aparecimento de pragas e doenças.

TEXTO: Revista Natureza, Ed:275, Pág 49, Dezembro de 2010.
FOTO: http://www.dvis-ais.org/gallery/Species,Species-X/Iris_florentina_Rare_Edition_IB_DSC02088

Falso - íris

(Neomarica caerulea)

O falso-íris apresenta folhagem muito ornamental, disposta em leque. As flores azuis são grandes e bonitas, porém são pouco duráveis. É uma planta apropriada para canteiros de baixa manutenção, exigindo poucas adubações periódicas. Pode ser cultivada em conjuntos com outras plantas, assim como em maciços ou como bordadura. A floração pode se extender durante o ano todo, mas é mais abundante na primavera e no verão.



Devem ser plantadas a pleno sol ou meia-sombra, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Aprecia o frio. Multiplica-se por divisão da planta.

FOTO: http://www.rareflora.com/nemaricareg.html
TEXTO: http://www.jardineiro.net/br/banco/neomarica_caerulea.php

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Palmeira - Ráfis

(Rhapis excelsa)
A palmeira-rápis é uma elegante palmeira, ereta e entouceirada, muito utilizada na decoração de interiores. Os japoneses foram os primeiros a utilizá-la como ornamental, coletando espécimes na China, para adornar o Palácio Imperial.
Ela apresenta múltiplos estipes (caules), semelhantes ao bambú e revestidos com uma fibra rústica e marrom. As folhas são palmadas, plissadas, de coloração verde-escura e muito brilhantes. Planta dióica, com inflorescências ramificadas, compostas de pequenas flores amarelas que originam frutos ovóides e brancos, de pouca importância ornamental. Ocorrem formas miniaturas e de folhas mais largas ou variegadas também, muito caras e raras em cultivo.
De crescimento lento, a palmeira-rápis pode alcançar até 4 metros de altura. Sua utilização paisagística é bastante ampla, podendo ser plantada isolada ou em grupos, inclusive compondo graciosas cercas vivas de desenho informal. Encaixa-se com perfeição em jardins de inspiração oriental ou tropical. É também muito popular na decoração de escritórios, lojas, eventos, shoppings centers e salas de estar. Quando plantada sob sol pleno, apresenta uma coloração verde mais clara nas folhas, que amarelam mais rapidamente.
Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra, sombra ou luz difusa, em solo fértil e bem drenável, irrigado regularmente. A palmeira-rápis aprecia a umidade, mas não tolera o encharcamento. Regas regulares em substratos muito bem drenados são ideais para o seu cultivo em climas quentes. Leves adubações anuais são o suficiente para plantas cultivadas em ambientes internos. Não tolera geadas, ambientes muito secos ou com ar condicionado por tempo prolongado. Aprecia o clima ameno. Multiplica-se por sementes e divisão das touceiras.
Autor: Raquel Patro
Conteúdo sob Licença Creative Commons

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Vidália

( Azorina vidali)
A vidália é uma espécie herbácea e florífera, endêmica dos Açores. Seu porte é arbustivo, alcançando 1 metro de altura. As folhas são glabras, lanceoladas a lineares, de cor verde-escura ou verde-bronzeada. Em suas inflorescências terminais e eretas, despontam flores cerosas, pendentes e delicadas, de corola campanulada e cor branca a rosa. Floresce duas vezes por ano, na primavera e no outono. Apesar da beleza única e delicada de suas flores, curiosamente esta planta é raramente cultivada como ornamental. É uma espécie protegida pela Convenção de Berna e pela Directiva Habitats, devido ao grande risco de extinção. É o único gênero endêmico dos Açores e uma das mais belas espécies das ilhas.
É tolerante à maresia e salinidade. No seu habitat, cresce principalmente nas fendas das falésias costeiras mas também em reentrâncias de encostas íngremes com depósitos arenosos, sempre em locais expostos, à mercê das intempéries. Surge também em telhados e nos vãos de muros. Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo drenável, rochoso ou arenoso e enriquecido com matéria orgânica. Cresce mesmo em solo pobres. Multiplica-se por sementes.
Autor: Raquel Patro
Conteúdo sob Licença Creative Commons

Madressilva - dos - Bosques

(Lonicera - periclymenum)




Típica de clima temperado, essa trepadeira tem florada exuberante, composta por flores perfumadas com cálices róseo - avermelhdos que mudam de cor a medida que os dias passam - ficam esbranquiçados e depois amarelados. Os frutos vermelhos também atraem aves para o jardim. Vigorosa, a espécie é muito usada para revestir alambrados, cercas e muros sob sol pleno ou meia - sombra, originária da Europa, norte da África e oeste da Ásia, essa madressilva não exige solo fértil desde que o local esteja úmido.




Fonte: Revista Natureza, Pág 7. Ed: 278, Editora Europa, Março de 2011

Foto: http://www.anniesremedy.com/herb_detail359.php

Árvore -Malva

(Lavatera trimetris)





Embora popularmente chamada de árvore, essa planta é uma herbácea anual que atinge até 60 cm de altura. Seu grande atrativo são as flores de até 10 cm de diâmetro que despontam continuamente durante o verão e o outono. A árvore-malva, é nativa da região mediterrânea, característica de clima subtropical árido, no Brasil é indicada para formar renques ao longo de muros e cercas, sob sol pleno, em regiões de clima subtropical. Precisa de solo fértil e mantido úmido, reproduze -se por sementes.

FOTO: http://www.gardenworldimages.com/Details.aspx?ID=152237&TypeID=1&searchtype=&contributor=0&licenses=1,2&sort=REL&cdonly=False&mronly=False

Fonte: Revista Natureza, Ed 288, Editora Europa, Janeiro de 2012.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Jerivá

(Syagrus romanzoffiana)


Jerivá é uma palmeira de elevado valor ecológico e ornamental, sendo utilizada largamente tanto em projetos paisagísticos quanto na recuperação de áreas degradadas. Seu estipe é elegante e único, alcançando de 8 a 15 metros de altura e podendo chegar a 60 cm de diâmetro. As folhas são longas, com 2 a 4 metros de comprimento, arqueadas, pendentes, pinadas e com numerosos folíolos.
As inflorescências surgem o ano todo, em cacho pendente, grande, ramificado, com pequenas flores de cor amarelo creme. O fruto é do tipo drupa, de cor amarela ou alaranjada, de formato globoso a ovóide, com polpa fibrosa, suculenta e doce. Cada fruto contém uma única semente, como um minúsculo coco, de sabor amendoado. Tanto os frutos, como as sementes dos jerivás são comestíveis. Também produz palmito.


No paisagismo, os jerivás podem ser utilizados isolados, em grupos ou renques. Seu ar imponente e majestoso ajuda a criar projetos de jardins sofisticados a um custo não tão elevado, se comparado a outras palmeiras. Da mesma forma, seu jeitão tropical é perfeito para jardins descontraídos à beira-mar ou em sítios. O jerivá também é muito atrativo para a fauna silvestre. As inflorescências são visitadas por abelhas diversas e os frutos são avidamente devorados por maritacas, papagaios, caturritas e esquilos. No seu ambiente natural, atrai também cachorros-do-mato e raposas.
Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Quando jovem, esta palmeira aprecia o sombreamento parcial. Tolera bem o frio e o calor, adaptando-se a uma ampla variedade climática, no entanto, aprecia a umidade tropical. Resiste muito bem ao transplante, mesmo os indivíduos adultos. Multiplica-se por sementes postas a germinar em recipientes com substrato arenoso, mantido úmido. Semear na primavera e verão, logo após a colheita e despolpa dos frutos quase maduros. A germinação ocorre após 2 a 5 meses.



Euterpe olearacea Mart.

Pequeno, redondo e de cor azul-noite, quase negro, o açaí pode ser considerado a pérola da Amazônia. O açaizeiro faz parte da família da...