terça-feira, 31 de dezembro de 2013

FELIZ 2014 ...

Gostaria de desejar a todos um Feliz 2014, cheio de paz e alegria , e agradecer a todos que visitaram o nosso blog....
E lembrem sempre cultive a vida seja ela qual for...

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Pesquisa da Anvisa aponta 13 alimentos que exageram no uso de agrotóxicos

                    O estudo do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), baseado nos anos de 2011 e 2012, constatou anormalidades sobre o uso de agrotóxico em 13 dos alimentos mais comuns consumidos na mesa do brasileiro. Em 2011, o número chegou a 36% e em 2012 teve uma redução significativa, chegando a aproximadamente 29%. Muitos deles também apresentaram substâncias não autorizadas no Brasil.
                    A agência analisou 3.293 amostras dentre estes 13 alimentos monitorados, sendo eles arroz, uva, cenoura, laranja, abacaxi, alface, morango, feijão, pimentão, maçã, mamão, pepino e tomate. Dentre os alimentos com grandes taxas de irregularidades, o pimentão lidera a lista, das 213 amostras estudadas em 2011, 89% apresentaram violações, a maioria delas por uso de defensivos agrícolas não autorizados. Em 2012, o produto não foi analisado.
                   A pesquisa constitui dois tipos de irregularidades, uma quando o alimento possui agrotóxico acima do Limite Máximo de Resíduo (LMR) permitido e outra quando a amostra apresenta resíduos de agrotóxicos não autorizados para o alimento. A Anvisa destacou que dois tipos de agrotóxicos proibidos no Brasil, o azaconazol e o tebufempirade, foram encontrados nas amostras de alimentos.
Confira no infográfico o resultado completo da pesquisa realizada com os 13 alimentos:


Fonte : http://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/pesquisa-anvisa-13-alimentos-exageram-agrotoxicos/

AMOR PERFEITO


 Viola Tricolor L.


Viola tricolor é uma planta que tem uma longa história de uso em fitoterapia. Foi recomendado, entre outros usos, como um tratamento para a epilepsia, asma, doenças de pele e eczema. Possui propriedades expectorantes, então é utilizado no tratamento das doenças pulmonares, como bronquite e coqueluche. É também um diurético e é utilizada no tratamento de reumatismo e da cistite.






Fonte :  https://www.facebook.com/revistapaisagismo?fref=ts

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Empresa britânica vende planta que dá batatas e tomates

Os tomates crescem sobre a terra e as batatas, nas raízes.
Produto é resultado de enxerto, já que cruzamento não é possível.



A empresa britânica Thompson &  Morgan lançou uma planta que produz batatas e tomates, chamada Tomtato. Segundo vídeo da companhia publicado na internet, o vegetal é capaz de produzir até 500 tomates-cereja “mais doces do que qualquer um que possa ser comprado no supermercado”, além das batatas, nas raízes.
O produto, que custa 14,99 libras (cerca de R$ 55) e é mandado pelo correio, é na verdade um enxerto entre um pé de batata e um tomateiro, o que, segundo especialista ouvido pelo G1, não é algo muito difícil de se fazer, já que ambas as plantas são da família das solanáceas. “Isso já foi feito de maneira experimental, mas não de forma comercial”, explica o líder do programa de melhoramento de batatas da Embrapa Clima Temperado, Arione Pereira.
O enxerto consiste em ligar partes de duas plantas, fazendo com que cresçam juntas, algo diferente dos cruzamentos de variedades que dão origem a plantas híbridas, com mistura de material genético. “Não é possível cruzar batata com tomate, portanto o que foi mostrado no vídeo são duas plantas: tomate em cima enxertada em batata, na parte de baixo, e não um híbrido”, explica o professor-titular aposentado da Faculdade de Agronomia da Unesp e consultor do Globo Rural, Chukichi Kurozawa.

Fonte:  http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/09/empresa-britanica-vende-planta-que-da-batatas-e-tomates.html

 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Plantas que ajudam a purificar o ar

6 Plantas para ajudar na purificação do ar na sua casa:


1. Palmeira de Bambu : elimina formaldeído e também atua como um umidificador natural.

2. Espada de São Jorge: serve para absorver os óxidos de nitrogênio e formaldeído.

3. Palmeira: uma das melhores plantas purificadoras do ar. Para a limpeza do ar em geral.
4. Planta aranha: grande planta para o interior da casa que elimina o monóxido de carbono e outras toxinas e impurezas. .

5. Lírio de paz: este poderíamos chamar de “limpeza de todos.” Frequentemente são colocados no banheiro ou lavanderia, uma vez que eles são conhecidos para a remoção de esporos de fungos. Também conhecido para eliminar formaldeído e tricloroetileno (é um hidrocarboneto clorado comumente usado como um solvente industrial ).

6. Gérbera: no solo estas maravilhosas flores eliminam o benzeno no ar, são conhecidos para melhorar o sono ao absorver dióxido de carbono e emitem mais oxigênio durante a noite.



Fonte : https://www.facebook.com/ReciclagemJardinagemEDecoracao

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Lagarta




Lagarta que imita fezes de Pássaros:



Não tá fácil para ninguém! Para estar segura durante parte da sua fase larval a lagarta de borboleta da espécie Papilio xuthus se passa por cocô de passarinho. Não é piada não! Em uma espetacular estratégia de sobrevivência esta lagarta mimetiza fezes com tanta perfeição que até mesmo para os humanos fica difícil distingui-la de um cocô. É difícil imaginar um disfarce mais eficiente que esse para evitar virar comida de pássaro.
 Do primeiro ao quarto instar larval o corpo da Papilio xuthus  exibe uma coloração preta intercalado com branco, além disso, o corpo parece irregular e com grumos, tal como um cocô de passarinho espatifado. Ela não faz nenhuma questão de se esconder durante estas fases, só quando muda para o quinto instar é que assume uma cor verde muito parecida com o tom encontrado nas folhas da sua planta hospedeira, nesta fase, ou invés de mimetismo, elas utilizam uma estratégia críptica, ou seja, de camuflagem… Aí sim, fica difícil encontrá-la.
 Para controlar sua aparência de cocô elas usam o “hormônio juvenil”. Enquanto está nos primeiros instares, o hormônio juvenil age em seu organismo, proporcionando o disfarce perfeito. Quando tal hormônio para de atuar, ela sofre uma muda de pele (ecdise) e aí assume sua forma críptica. Em experimentos realizados por biólogos  japoneses, eles trataram as larvas nos primeiros instares com o hormônio juvenil e mesmo quando ela deveria trocar de aparência elas se mantiveram parecidas com titica de passarinho ou invés de se tornarem verdes. Ou seja, na presença do hormônio ficam parecidas com cocô, sem ele, elas se tornam verdes.



Fonte :http://diariodebiologia.com/2013/09/lagarta-esperta-imita-coco-de-passarinho-para-nao-ser-devorada/

CHUVA






Fonte : http://diariodebiologia.com/

sábado, 27 de julho de 2013

Esponjinha - Amarela

( Acacia seyal)

Graciosas, os flores amarelas dessa árvore parecem pompons. Surgem no início da primavera e compõem um belo conjunto com a folhagem delicada da copa. O tronco avermelhado também é muito ornamental. Originária da África e típica de clima tropical, a esponjinha-amarela atinge até 6m de altura e cresce praticamente em todos os tipos de solo. Sua reprodução de dá por alporquia. 



Fonte: Revista Natureza, Ed: 273, Outubro de 2010, Editora Europa, Página: 09.

Fonte Foto 01 : https://picasaweb.google.com/lh/photo/OOH2xTNJel58_Ky7CYgrCtMTjNZETYmyPJy0liipFm0

Fonte Foto 02: http://www.kyffhauser.co.za/Plants1/Acacia_karroo/Image2.htm

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Paquinha

                  As paquinhas são insetos da mesma ordem dos grilos e gafanhotos. O curioso, é que as patas que são super adaptadas para saltar nestes insetos, são modificadas para cavar nas paquinhas. As patas dianteiras são chamadas fossoriais, e são como pás, as do meio são adaptadas para a andar e as posteriores permanecem com a função de saltar, porém o salto é bastante raro nas paquinhas. Elas são musculosas e cavadoras super eficientes. Seu corpo é alongado, alcançando de 3 a 5 cm de comprimento. Ele é também robusto e de cor marrom a acinzentada, recoberto com pelos castanhos. As asas são do tipo tégmina e alcançam metade do abdomen. Possui longas antenas.
                 

                        As paquinhas escavam túneis logo abaixo da superfície do solo e criam câmaras, onde depositam cerca de seus ovos. Uma fêmea é capaz de produzir cerca de 200 ovos, distribuídos em 3 ou 4 câmaras, do tamanho de um ovo de galinha. As paquinhas tem hábito noturno, quando podem sair para se alimentar. Elas se alimentam de matéria orgânica, o que inclui outros insetos, raízes e pequenas brotações. no entanto o maior dano que elas podem causar ao gramado diz respeito aos túneis que cavam. Estes túneis acabam expondo e fragilizando as raízes do gramado que passa a secar e morrer em áreas circunscritas. As plantas novas, por não terem um sistema radicular bem desenvolvido ainda, são as mais afetadas.
Ao contrário do que muitos podem pensar, os grilotalpas são inofensivos e nada peçonhentos. Ao pegá-los na mão, não se assuste, os pequenos beliscões que ele dá na pele são a tentativa de cavar para se esconder.
A prevenção da infestação, consiste em melhorar a drenagem ou reduzir as regas do jardim durante a primavera. Assim as fêmeas do inseto tendem a migrar a outros locais para desovar, em busca de umidade. Para controlar a paquinha em jardins residenciais, podemos encharcar o terreno infestado com uma solução de água e detergente comum ou sabão. Esta medida deve ser tomada à tardinha ou à noite, pois a aplicação da solução sob o sol pode prejudicar as plantas. Se a infestação for muito grande, com muitas paquinhas saindo dos buracos, após a aplicação da solução, deve-se lançar mão de inseticidas para reduzir o problema.
Em gramados muito extensos, como em campos de golfe, é possível tentar o controle biológico, com nematóides parasitários, como o Steinernema scapterisci e S. riobravos. No entanto, observa-se que em áreas de alta manutenção, com gramados irrigados e bem cuidados, o controle é menos efetivo e duradouro do que em áreas de baixa manutenção.

Fonte : http://www.jardineiro.net/pragas/paquinha.html

Fonte foto : http://www.insetologia.com.br/2012/10/paquinha.html

Orquídea Macaco


 Orquídea Macaco:

Esta orquídea é  chamada de "Monkey Orchid" ou "Dracula Simian" pela semelhança com a indumentária  do famoso Conde Drácula representado no cinema com a vistosa capa e o colarinho alto.
Além disso, os filamentos, nas extremidades das três pétalas, lembram um pouco as presas do Drácula ficcional.
A orquídea só foi nomeada em 1978 pelo botânico Luer mas é de uma família com mais de 120 espécies encontradas principalmente nas florestas peruanas e equatorianas, em altitudes entre 1.000 a 2.000 metros.
Elas florescem em todas as épocas do ano e o seu perfume se assemelha ao de uma laranja madura.






Fonte : http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-curiosa-orquidea-macaco

Pássaros em Meu Jardim

Mais fotos dos pássaros em meu jardim...





segunda-feira, 10 de junho de 2013

FENG SHUI - HARMONIA EM SUA CASA COM AS PLANTAS

As ativações de energias são feitas por meio dos objetos e de suas características, e pelas plantas. Conheça quais são as espécies mais indicadas para os guás, inspire-se e tire proveito da natureza para garantir bons fluidos para o seu lar.

1. Planta: rosa
Cômodo: quarto de casal
Guá: Amizade
Características: branca para a saúde, vermelha para o amor. No quarto do casal, o tradicional símbolo dos amantes ajuda as relações afetivas a fluirem de forma melhor.

2. Planta: fícus
Cômodo: quarto de solteiro
Guá: Amizade
Características: quando podado em forma circular, emite a energia do elemento metal, que auxilia na organização, na disciplina e no controle.

3. Planta: hortelã
Cômodo: quarto de casal
Guá: Amizade
Características: esta erva refrescante possui um campo energético que pode neutralizar discussões ou brigas, tranquilizando o ambiente.

4. Planta: orquídea
Cômodo: sala de almoço
Guá: trabalho
Características: a espécie phalenopsis indicada para harmonizar. A de cor lilás promove a transmutação das energias. Já a branca oferece paz.

5. Planta: lírio-da-paz
Cômodo: hall de entrada
Guá: Família
Características: é uma peça-chave do Feng Shui, por ser capaz de harmonizar qualquer espaço. No hall, irradia boas vibrações.

6. Planta: alecrim
Cômodo: cozinha
Guá: Família
Características: deixa o ambiente mais positivo e levanta o astral. Iideal para locais que recebem pessoas, como a cozinha.

7. Planta: palmeira rhapis
Cômodo: sala de jantar
Guá: Prosperidade
Características: suas folhas em formato pontiagudo remetem ao elemento fogo, trazendo energia de calor, aconchego e expansão dos negócios.

8. Planta: hortênsia
Cômodo: sala de jantar
Guá: Prosperidade
Características: está associada à espiritualidade, à calma e à reciclagem de energias.

9. Planta: árvore-da-felicidade
Cômodo: varanda
Guá: Prosperidade
Características: as espécies macho e fêmea da planta devem sempre estar juntas no vaso. Assim, emitem a energia da união, do sucesso e da prosperidade.

10. Planta: violeta
Cômodo: sala de jantar
Guá: Prosperidade
Características: a cor violeta é conhecida por transformar a energia negativa em positiva. Assim, a planta é uma boa aliada no setor da Prosperidade.

11. Planta: bromélia
Cômodo: varanda
Guá: Sucesso
Características: sua forma expansiva contribui para os negócios. A cor vermelha estimula a criatividade e o sucesso.

12. Planta: cactus
Cômodo: escritório
Guá: Relacionamento
Características: com seus espinhos, dispersa as energias. Não use na porta de entrada ou em áreas abertas. Melhor para lugares fechados ou embaixo de escadas, onde os fluidos ficam estagnados.

13. Planta: pleomele
Cômodo: varanda
Guá: Sucesso
Características: possui as mesmas características da palmeira raphis. Por causa de sua forma expansiva e de suas folhas pontiagudas, é indicada para este setor.

14. Planta: girassol
Cômodo: varanda
Guá: Prosperidade
Características: sua cor e seu formato trazem boas vibrações e segurança para o ambiente. Suas pétalas pontiagudas ajudam a movimentar as energias.

15. Planta: manjericão
Cômodo: varanda
Guá: Relacionamento
Características: traz união e amor. Perfeito para cantinhos aconchegantes.

16. Planta: gérbera
Cômodo: escritório
Guá: Relacionamento
Características: movimenta energias estagnadas. Também é capaz de amenizar os danos das ondas magnéticas emitidas pelos computadores.

17. Planta: crisântemo
Cômodo: quarto de solteiro
Guá: Criatividade
Características: promove limpeza astral e retira impurezas do ar.

18. Planta: lavanda
Cômodo: sala de estar
Guá: Sucesso
Características: promove a purificação, absorvendo as energias negativas do local.

sábado, 27 de abril de 2013

Pássaros em Meu Jardim

Pássaros:



Jardim bom para Cachorro

 Matéria Incrível, Parabéns ao site Jardineiro.net

É possível amar os cães, dar-lhes liberdade e ainda curtir um bom paisagismo no seu jardim? Claro que é! Mas é preciso uma boa dose de paciência para educar os cachorros e um toque de criatividade para preparar um jardim amigável para os bichos. Com certeza você também terá que aprender a lidar com a frustração de ver seus canteiros vez por outra completamente destruídos, mas isso faz parte do processo. Prepare-se psicologicamente para estes eventos e mãos à obra. O texto abaixo está na forma de dicas, espero que você possa aproveitá-las. Se não todas, pelo menos algumas.
Se você tiver espaço, crie um jardim dentro de um jardim. Um espaço apropriado para o seu cachorro curtir o ar livre pode ser a solução para diverti-lo e ao mesmo tempo resguardar suas flores. Cerque uma área com sombra, com uma bela cerca de madeira ou ferro e inclua atrativos interessantes para o seu cachorro, como seus brinquedos favoritos, uma plataforma elevada para curtir a paisagem e quem sabe até uma mini pista de agility. Cubra a superfície com materiais atóxicos, como lascas de madeira, folhas secas ou até mesmo uma mistura de areia e terra, ideal para os peludos que gostam de cavar.

O cães adoram brincar com folhas e flores secas.
Foto de Liz Tasa

Não deixe os cães soltos no jardim sem supervisão, principalmente se forem jovens. Um canil pode ser uma boa idéia para resguardar o jardim enquanto você não pode supervisioná-los. Mas não os deixe trancados lá o dia todo, assim você não terá oportunidade de educá-los. Solte-os e brinque com eles no jardim sempre que puder.
Os cães adoram correr ao longo das cercas, grades e portões, portanto reserve este espaço para eles, colocando algum tipo de pavimento para formar o caminho, ao invés de belos canteiros floridos. Ao plantar uma árvore ou arbusto, cerque-o com tela ou outro material de forma que ela tenha sossego durante os primeiros anos do seu crescimento. O mesmo vale para quando o seu cachorro teimar em não usar o caminho que você fez e inventar o seu próprio caminho. Observe, seja esperto e crie o caminho por onde o seu cão costuma passar. Delimitar os canteiros com cerquinhas de madeira, pedras e tijolinhos também podem ajudar a manter o interesse dos cães afastados dos seus canteiros de flores e hortaliças.

Brinquedos são excelentes para distrair os filhotes.
Foto de Joao Carlos Alves

A pavimentação dos caminhos pode ser atrativa ou desinteressante para os cães. Bolachas de madeiras serão gostosas de caminhar, mas pedrisos podem incomodar as patinhas. Ao fazer um caminho no jardim, estimule seu cão a andar por ele, usando um pavimento agradável. O contrário também é válido. Um caminho desconfortável aos cães pode levar a um local que você não quer que eles visitem.
Jamais aplique agrotóxicos em suas plantas se os cães tiverem livre acesso à elas. O mesmo vale para granulados contra lesmas ou formigas. Eles se assemelham à ração e podem ser extremamente tóxicos aos seu bichinho. O mesmo vale para fertilizantes naturais à base de mamona. Evite também utilizar farinha de ossos ou estercos mal curtidos pois estes produtos estimulam que se cãozinho revire a terra e assim ele poderá ingerir materiais perigosos.

Você pode usar belas cercas para separar áreas do jardim que não serão acessíveis aos cães.
Foto de Nic Adler

Se você é adepto da compostagem, mantenha as pilhas longe do acesso dos cães. O material em decomposição muitas vezes contém inúmeras substâncias tóxicas, produzidas por fungos e bactérias. Não coloque produtos de origem animal ou restos de comida cozida na sua compostagem. Estes elementos exercem uma incrível atração sobre os cães.
Evite utilizar plantas tóxicas no jardim, a não ser que estas fiquem fora do alcance dos animais. Guarde bem mangueiras, ferramentas e fertilizantes, pois mastigar ou ingerir estes produtos é extremamente perigoso. Da mesma forma, mantenha lagos e piscinas protegidos do acesso dos cães, que podem se afogar se por acaso caírem na água.

Uma cerca móvel também poderá ser usada como canil. Mantendo os filhotes bagunceiros longe das flores enquanto você não está olhando.
Foto de Tristan Ferne

Tente não fazer jardinagem enquanto o seu cachorro estiver olhando. Folhas recém cortadas e terra revirada são um convite à brincadeira e ele não vai entender que você está trabalhando, cuidando das plantas, ao invés de estar simplesmente cavocando o jardim. Não dê idéias que podem se transformar em comportamentos desagradáveis de lidar depois.
Se ainda assim o seu cachorro fizer uma bagunça no quintal, de nada adiantará puni-lo após o feito. Corrija-o apenas se você pegá-lo no ato. É mais interessante usar um reforço positivo, recompensando pelo bom comportamento. Sempre que o cão for pego fazendo algo indesejável, redirecione à sua atenção para algo bom. Na maior parte das vezes, os cães só fazem bagunça quando estão ociosos. Brinque com ele e ofereça brinquedos. Não os deixe por conta.

Cercar os canteiros com pedras ajuda a desencorajar escavações indevidas.
Foto de Thunderchild7

O gramado é umas das reclamações mais frequentes dos donos de cães. Manchas amareladas ou queimadas, ocasionadas pela urina dos cães é o pior problema. A urina é alcalina e contém sais que alteram o pH do solo. Infelizmente não há uma solução mágica para isso. O ideal é que você eduque seu cão desde pequeno a fazer xixi nos passeios diários ou em um banheiro apropriado para cães. Separando as coisas desde cedo, ele aprende que o gramado não é banheiro, mesmo sendo contra todos os instintos. Só libere o filhote no jardim depois dele ter feito as necessidades. Se o seu cachorro é mais velho e você não vê possibilidade de educá-lo agora, a melhor opção é irrigar bem a grama diariamente e se for possível, lavar imediatamente a área onde o animal urinou, antes que as efeitos da urina possam ser sentidos pela grama. Manter a grama saudável, hidratada e fertilizada com um bom composto orgânico, além de bem aparada, dá um nível de tolerância maior à urina dos cães.
Uma tática que, apesar de desagradável, funciona bem para a grande maioria dos cães que destrói canteiros, é a utilização de uma calda com as próprias fezes do animal. Diluir as fezes e espalhar a calda sobre as plantas irá tornar o canteiro um local repelente para o cachorro, que costuma detestar as próprias fezes. A idéia também pode ser aplicada para cães que gostam de cavar. Colocar as fezes nos buracos irá desencorajar o cachorro que costuma cavar. Jamais utilize essa tática em hortaliças, pelo perigo de contaminação das verduras e legumes com doenças e verminoses.

Um jardim de vasos é uma opção interessante não só para pequenos espaços, como para quem tem cães.
Foto de Heliosphan

Se nada der certo e o seu cachorro for implacável com as plantas, você ainda pode tentar ter um jardim só com vasos e jardineiras, com algumas cestas suspensas para um charme maior (e maior proteção). Plantas bulbosas são uma boa pedida também, pois tem o ciclo mais curto, não ficando à mercê dos cães o ano todo, além de rebrotarem após serem machucadas.
Você vai ver que com o tempo, conforme seu cão for amadurecendo e apreendendo as regras da casa, a convivência entre plantas e animais ficará harmônica e agradável, não exigindo grandes esforços. Geralmente são os cães jovens, de até 3 anos, os mais destruidores. Você dificilmente verá um cachorro de 7 anos fazendo grandes bagunças no jardim. A paciência e a educação são fundamentais até alcançar estes momentos de paz.

Lista de Plantas Tóxicas para Cães:

Mamona (Ricinus communis) Espirradeira (Nerium oleander) Ipoméia (Ipomea sp.) Antúrio (Anthurium andraeanum) Dedaleira (Digitalis purpurea) Trombeta-chinesa (Campsis grandiflora) Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia amoena) Trombeteira (Brugmansia suaveolens) Costela-de-adão (Monstera deliciosa) Copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica) Bico-de-papagaio (Euphorbia pulcherrima) Azaléia (Rhododendron spp) Hortênsia (Hydrangea macrophyla) Espada-de-são-jorge (Sansevieria trifasciata)

Plantas interessantes (por serem resistentes ou atóxicas)

Flox (Phlox drummondii)
Verbena (Verbena hybrida)
Viburno (Viburnum tinus)
Lilás (Syringa vulgaris)
Marmelo (Chaenomeles speciosa)
Louro (Kalmia latifolia)
Zínia (Zinnia sp.)
Boca-de-leão (Antirrhinum sp.)
Cosmos (Cosmos sp.)
Calêndula (Callendula sp.)
Petúnia (Petunia sp.)
Rosa (Rose sp.)
Erva-de-gato (Nepeta sp.)
Equinácea (Echinacea purpurea)
Prímula (Primula sp.)
Borboletinha (Schizanthus pinnatus)
Cleome (Cleome sp.)
Capuchinha (Tropaeolum sp.)
Columbina (Aquilegia sp.)
Liríope (Liriope sp.)
Begônia (Begonia sp.)
Impatiens (Impatiens sp.)
Amor-perfeito (Viola sp.)
Coleus (Solenostemon scutellarioides)
Astilbe (Astilbe sp.)

Fonte : http://www.jardineiro.net/jardim-bom-pra-cachorro.html

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Pitanga

Nome Científico: Eugenia uniflora



A pitangueira é uma árvore ou arbusto frutífero e ornamental, nativo da mata atlântica e conhecido principalmente pelos frutos doces e perfumados que fazem parte da cultura dos brasileiros. O nome “pitanga” é de origem tupi e significa vermelho-rubro, uma alusão à cor dos frutos maduros. O porte pode ser arbustivo, entre 2 a 4 metros de altura, ou arbóreo, chegando nestes casos entre 6 e 12 metros. A copa é densa e arredondada. O florescimento é errático, e pode ocorrer duas ou mais vezes ao ano, dependendo na maioria das vezes do clima da região de plantio e da variedade da planta. As flores são pequenas, hermafroditas, brancas, perfumadas, com longos estames e muito melíferas, atraindo abelhas. As folhas são opostas, simples, ovais, acuminadas, glabras, avermelhadas quando jovens, e que gradativamente vão tomando a cor verde. Os frutos são bagas globosas, deprimidas nos polos, com sulcos longitudinais e quando maduros ficam de cor vermelha, vinho e até mesmo negra, de acordo com a variedade. A polpa é macia, suculenta e vermelha, recoberta por uma casca muito fina e delicada. Carrega entre 1 a 3 sementes grandes. No Brasil não há uma grande diferenciação de variedades, mas temos o maior banco de germoplasma da espécies e algumas cultivares importantes desdenvolvidas no IPA (Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária). Já no exterior, para onde a pitangueira foi amplamente difundida, houve uma preocupação maior em selecionar as melhores plantas e desenvolver novas cultivares.


 A pitanga é consumida geralmente ao natural. Seu sabor é doce, ácido, pungente e com aroma muito característico. Ela também é muito nutritiva, sendo rica em vitaminas e minerais. Além de haver poucos produtores, ela é uma fruta frágil e de baixa durabilidade, por este motivo dificilmente é encontrada nas gôndolas dos supermercados. É mais fácil encontrar produtos artesanais de pitanga em mercados regionais, como licores, cachaças aromatizadas, geléias e vinhos. No entanto, é crescente a produção industrial de polpas, sucos e picolés preparados à base de pitanga.
Além de suas qualidades como frutífera, a pitangueira é decorativa. Seu caule tortuoso e os galhos intensamente ramificados, com folhas miúdas, chamam a atenção, sendo muito apreciados em jardins residenciais. Elas são frequentes em jardins sustentáveis que unem beleza e função, com preocupação ecológica. Jardins de inspiração italiana, que unem árvores frutíferas a formas geométricas também são perfeitos para pitangueiras. Projetos de reflorestamento muitas vezes contam com esta espécie também que além de ser nativa, ainda é capaz de atrair a avifauna, com seu frutos doces. A pitangueira é uma planta rústica e de baixa manutenção. É capaz de resistir a podas drásticas e frequentes. Por ser ramificada e tolerante à podas é também utilizada como cerca-viva. As adubações são necessárias semestralmente e no momento do plantio.


Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo preferencialmente fértil e profundo, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente por pelo menos dois anos após o plantio e em regiões semi-áridas. Adapta-se a diferentes tipos de solo, vegetando bem em solo pesadas e até mesmo em restingas e praias. Não tolera salinidade ou estiagem prolongada. Resistente ao frio, é capaz de tolerar temperaturas abaixo de zero. Multiplica-se facilmente por sementes que germinam em cerca de 22 dias após o plantio. Atualmente, os cultivos comerciais também obtém sucesso com plantio através de alporques e estacas, garantido assim a homogeneidade do pomar e a perpetuação das características da planta mãe. Frutifica já no 3º ano após o plantio. O espaçamento geralmente utilizado é de 4 metros entre plantas e entre linhas.


Fonte foto 01 :http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Eugenia_uniflora_fruit2.JPG
Fonte foto 02: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Starr_070906-8591_Eugenia_uniflora.jpg
Fonte foto03: http://www.tapuz.co.il/blog/net/viewentry.aspx?entryId=1253940
Fonte texto: http://www.jardineiro.net/plantas/pitanga-eugenia-uniflora.html

Exemplos de Paisagismos


Fonte: http://casinhadosonhodapaty.blogspot.com.br/2012/08/jardim-e-paisagismo.html


Fonte:http://katflores.com.br/paisagismo/


Fonte: http://arkplantaspaisagismo.blogspot.com.br/2010/05/veja-alguns-dos-nossos-trabalhos.html


Fonte: http://imoveis.culturamix.com/paisagismo/paisagismo-campinas

sábado, 13 de abril de 2013

Fruta do Conde


Introdução:

A ata pertence à família Annonaceae, gênero Annona, que inclui em torno de 120 gêneros e por volta de 2000 espécies. A espécie Annona squamosa produz frutos delicados, considerados dos melhores do gênero. A ata é também conhecida como pinha e fruta-do-conde no Brasil, anona blanca, sweetsop, anon, anona, rinon, atta del Brasil, srikaya, atis, etc.. 


De acordo com Braga (1960), a ateira é uma planta americana, talvez originária das Antilhas e regiões circunvizinhas. As Anonáceas são fruteiras tipicamente de clima tropical, apresentam boas perspectivas econômicas para a região Nordeste do Brasil, por serem culturas altamente adaptadas às condições locais e produzirem frutos a partir do mês de janeiro, suprindo parte da capacidade ociosa da indústria de suco de caju. 


Apesar de não se dispor de dados estatísticos, é notória a demanda crescente, tanto no mercado interno, como no externo pelos frutos de Annona squamosa L. Esse incremento na procura motivou os fruticultores e empresários, e tem forçado a pesquisa a desenvolver métodos para que o produtor possa acompanhá-la, tanto na qualidade como na quantidade de frutos ofertados. O interesse por parte do consumidor e da indústria de polpa, já justifica a inclusão da pinha no rol das frutas tropicais brasileiras de excelente valor comercial (Alves et al., 1998).


Segundo dados do IBGE (2000), em 1996 o Nordeste participou com 87,27% da produção brasileira, dos quais 18% foram de Pernambuco, Estado que apresenta grande potencial para o cultivo de pinha sob irrigação. 






Características





Os dados relativos a caracterização da polpa da pinha madura, realizada na Embrapa Agroindústria Tropical. Segundo dados apresentados por Leal (1990), o peso da ata varia entre 210 e 265g, com as sementes representando entre 31 e 41%, a casca entre 23 e 40%, e a polpa entre 28 e 37%. O rendimento de polpa encontrado neste trabalho pode ser considerado mediano. Os frutos, considerando-se o comprimento e o diâmetro, apresentaram formato arredondado.


conteúdo de sólidos solúveis totais, muito elevado quando comparado com a maioria das frutas, e a baixa acidez total titulável 0,34% (ácido cítrico), indicam uma elevada relação SST/ATT, o que significa a forte predominância do sabor doce. 



Em trabalhos citados por Gomes (1987) são relatados teores semelhantes de sólidos solúveis - 24,82%, e acidez ainda mais baixa - 0,12%. Com relação ao conteúdo de açúcares solúveis totais, Leal (1990) observa que, após a água, o componente mais abundante na polpa de pinha são os carboidratos, que constituem entre 18,2 e 26,2%. Gomes (1987) cita um valor de 18,15% para os açúcares, sendo bem próximo ao encontrado aqui (19,23%). Deve-se destacar que aproximadamente 83% dos açúcares solúveis totais são constituídos por açúcares redutores. 


As análises bioquímicas revelaram uma elevada atividade das enzimas peroxidase e pectinametilesterase, associadas respectivamente ao escurecimento e ao amaciamento da polpa desta fruta. Apesar da excelente aceitação da ata para consumo fresco, no final da maturação os frutos ainda têm teores de amido (0,87%) e de pectina total (0,66%) relativamente altos, o que pode trazer algumas dificuldades durante o processamento e a estabilização de sucos.





Utilização





As frutas são geralmente consumidas in natura, porém podem ser processadas na forma de sucos, doces e sorvetes. Pode-se fazer uma excelente bebida quando associase a polpa de pinha com leite. De acordo com Leal (1990) a polpa é usada também para sorvetes, ou na fabricação de bebidas fermentadas. O chá feito das folhas serve como laxante, e há registro na literatura do uso das sementes com propriedades inseticidas. 

Cultivo





 Plantio: o ano todo, dependendo da possibilidade de irrigação e da região; prefira os meses chuvosos.

• O solo para o cultivo da fruta-do-conde deve ser de textura leve, bem drenado, farto em matéria orgânica, profundo e um pouco ácido. No mínimo 30 dias antes do plantio, abra covas de 60 x 60 x 60 centímetros, com espaçamentos que podem variar de 4 x 2 metros (pomares com alto grau de tecnificação) a 7 x 5 metros (plantios menos tecnificados). Adube com 20 litros de esterco de curral curtido, 600 gramas de superfosfato triplo, 200 gramas de cloreto de potássio e 200 gramas de calcário dolomítico. Acrescente ainda dez gramas de bórax e 20 gramas de sulfato de zinco, caso esses micronutrientes sejam insuficientes no solo.

 Clima: quente; não tolera geadas nem temperaturas baixas

 Para plantar, dê preferência a mudas enxertadas adquiridas de viveiristas credenciados, que tenham matrizes de seleções superiores. Pomares formados por sementes, além de serem heterogêneos e demorarem mais para produzir, são mais vulneráveis ao ataque de pragas e doenças de raízes e de colo. Durante o crescimento das árvores, faça podas e também uma suplementação de nutrientes (NPK).

• O desenvolvimento da planta vai bem sob temperaturas elevadas (mínimo de dez a 20 graus e máxima de 22 a 28 graus), com precipitação perto de mil milímetros ao ano. Para garantir a produção, evite regiões com excesso de chuvas no período de florescimento e maturação dos frutos. Também geadas e grandes oscilações do clima são prejudiciais à cultura. A árvore é alvo de invasores como brocas, ácaros e cochonilhas.






• Colheita: duração de 90 a 180 dias, de acordo com a região e condições climáticas.

Uso medicinal





Rica em vitamina C e do complexo B, proteínas, carboidratos, cálcio, fósforo e ferro; na medicina popular, as folhas são usadas para o tratamento de convulsões e colites, e os frutos, para debilidade geral.



Euterpe olearacea Mart.

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